Pão na Porta faz entrega de pães de fermentação natural e hortaliças sem veneno no Litoral Norte

O Pão na Porta tem entrega de pães, brioches e cucas de fermentação natural, hortaliças sem veneno e cosméticos sem químicos no Litoral Norte. O Pão é o projeto da Comunidade Osho Rachana, localizada em Viamão (RS), de entrega semanal de alimentos e outros produtos sem conservantes.


Como fazer pedido?


O catálogo completo pode ser solicitado e os pedidos podem ser feitos até terça à meia noite pelo ou pelo WhatsApp (51) 996128824. O pedido mínimo é de R$ 35 + R$ 8,50 de frete para Porto Alegre e região Metropolitana e R$ 35 + R$ 10 de frete para entregas na Serra e no Litoral Norte. As entregas são nas quintas e nas sextas-feiras.




O Pão tem ainda um catálogo vegano, opções de produtos não perecíveis com entrega pelos correios em todo Brasil e o aumento no estímulo à redução de danos ao meio ambiente, com a utilização de embalagens de papel e reutilização de recipientes de vidro e de sacolas de tecido, que os clientes devolvem a cada compra.


O Pão na Porta existia desde 2014, mas foi reformulado no começo da pandemia e começou a funcionar de forma diferente. Antes, o Pão era vendido de porta em porta em endereços comerciais de Porto Alegre. Com o isolamento social, os pães começaram a ser entregues semanalmente em Porto Alegre e na região Metropolitana, com a entrega sendo ampliada para cidades do Litoral Norte e da Serra gaúcha.


As vendas passaram a ser totalmente online. E a iniciativa, que antes era um projeto com três sócios, passou a ser da comunidade inteira, onde moram 90 pessoas. Todas as decisões são tomadas coletivamente e as vendas são para a sustentabilidade de todo o grupo.


Em maio de 2020, o catálogo do Pão na Porta era composto basicamente de pães. Hoje, são pelo menos 100 produtos, entre hortaliças, doces, sucos e massas, além dos cosméticos naturais e dos kits especiais criados para o Natal, Páscoa, Dia das Mães e Dia dos Namorados, Dia dos Pais.


“O Pão na Porta virou uma das nossas alternativas de sustento. A cada semana, desde o ano passado, nós pensamos coletivamente sobre como esse projeto vai funcionar. E ele foi crescendo com a ideia das pessoas, com a disposição de cada um ser responsável e aprender a fazer um produto, com a nossa disponibilidade em apostar em um negócio coletivo e alternativo e totalmente feito com o apoio dos clientes e de quem acredita na nossa forma de vida, mais coletiva e com mais consciência e menos veneno nos produtos consumidos”, explica Prem Milan, terapeuta de bioenergética e um dos fundadores da comunidade Osho Rachana, existente há 18 anos no RS.